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Como já trouxemos em artigos anteriores, existem diversos fatores que contribuem de maneira significativa como diferencial competitivo no momento em que empresas e clientes buscam comprar ou alugar um imóvel para suas instalações comerciais.

Geralmente o ocupante busca boa localização, um preço de locação do m² dentro de sua expectativa, e considera também a valorização econômica da região onde montará seu escritório, entre outros fatores.

Pensar na infraestrutura que o edifício oferece – citando especificamente o conceito de acessibilidade – também é indispensável para qualquer empreendimento que esteja empenhado em garantir autonomia e independência aos seus colaboradores e visitantes.

O termo “acessibilidade” representa a possibilidade de qualquer pessoa, que possuindo algum tipo de deficiência ou capacidade de locomoção reduzida, consiga alcançar determinados espaços, mobiliários, equipamentos, de ir de vir sem grandes obstáculos.

De acordo com Bruno Mahfuz, Diretor Fundador do Guiaderodas – empresa de tecnologia a favor da acessibilidade – e também cadeirante desde 2001, é preciso entender de maneira mais global o conceito de ‘acessibilidade’.

Em entrevista à Revista Buildings, ele propôs uma boa reflexão:

“Boa parte das pessoas associa a palavra ‘acessibilidade’ a deficiência física. Em parte, elas têm razão. No entanto, se entendermos o termo como a possibilidade de acessar um lugar, serviço, produto ou informação de maneira segura e autônoma, sem nenhum tipo de barreira, podemos concluir que acessibilidade beneficia a todas as pessoas, com ou sem deficiência”, explica.

Bruno Mahfuz, Diretor Fundador do Guiaderodas

Como o mercado de escritórios tem enxergado o tema

O que temos visto nos últimos tempos é um movimento positivo de grandes empresas preocupadas em oferecer ou ampliar acessibilidade em seus espaços. Além disso, elas têm considerado esse item com um fator de decisão no momento de escolher o edifício onde montarão suas operações comerciais.

Por outro lado, proprietários que ainda não dispõem de acessibilidade em seus empreendimentos, puderam aproveitar este momento de pandemia, responsável por manter os edifícios comerciais fechados por longos meses, para pensar em melhorias e reformas para a retomada das atividades presenciais.

Ao considerar um upgrade ou manutenções necessárias no edifício, por que não expandir o olhar para acessibilidade que beneficia a todos e é um diferencial competitivo?

Segundo pesquisa publicada, ao todo existem 31 edifícios corporate (Classe A e B) na cidade de São Paulo atualmente certificados pelo Guiaderodas.

São eles:

  • 17007 Nações – Torre Sigma
  • Arquiteto Carlos Bratke
  • Birmann 20
  • CENESP – Bloco A
  • CENESP – Bloco B
  • CENESP – Bloco C
  • CENESP – Bloco D
  • CENESP – Bloco E
  • CENESP – Bloco F
  • CENESP – Bloco G – Central
  • Centro Administrativo Santander – Bloco A
  • Centro Administrativo Santander – Bloco B – C – D
  • Centro Administrativo Santander – Bloco E
  • Complexo JK – Bloco B
  • Complexo JK – Torre D
  • Complexo JK – Torre E
  • Complexo JK – Torre Santander
  • Eco 336 Offices
  • ECO Berrini
  • EZ Towers – Torre A
  • EZ Towers – Torre B
  • Infinity Tower
  • Pátio Malzoni – Bloco A
  • Pátio Malzoni – Bloco B
  • Pátio Malzoni – Bloco Central
  • Prime Boulevard Consolação
  • Rochaverá Corporate Towers – Torre A (Ebony Tower)
  • Torre Nações Unidas
  • Vista Faria Lima
  • WTorre Morumbi – Ala A
  • WTorre Morumbi – Ala B

Um espaço acessível

Não se pode perder de vista que um local inclusivo beneficia também pessoas sem deficiência e impacta positivamente a cidade e seu entorno. O foco da acessibilidade está em dispor de soluções que facilitem o dia a dia de pessoas com necessidades específicas, sem impedir que os demais também possam usufruir dessas melhorias.

É importante lembrar que rampas de acesso não são a única obra a ser realizada em um imóvel comercial para intitulá-lo ‘acessível’. Vale salientar que a acessibilidade não se restringe apenas aos projetos arquitetônicos, mas também ao paisagismo, que muitas vezes antecede o acesso de pessoas com dificuldades de locomoção aos edifícios comerciais, além de parques e outros equipamentos e atrações públicas e privadas.

Rampas, elevadores maiores, informações em braile, áudio informando sobre como se localizar no edifício são algumas das formas de promover acessibilidade.

O futuro já começou

Além de se preocupar em oferecer processos, sistemas, tecnologias e metodologias com foco na satisfação do cliente, o setor imobiliário também vive um momento de novas e boas práticas, de relações comerciais baseadas na ética de seus pares, além da formalização profissional de seus consultores imobiliários, indispensáveis no processo comercial.

Tudo isso aquece o mercado e gera mais confiança aos clientes na etapa de locação, compra ou renovação de seus contratos. Pensar no tema ‘acessibilidade’ de forma assertiva tende a conquistar e manter inquilinos ainda mais satisfeitos.

Com um time de profissionais que, somados, têm quase um século de experiências acumuladas, a RealtyCorp atua no mercado imobiliário de maneira a atender demandas pontuais e específicas de seus clientes. Além disso, somos comprometidos com a realização rigorosa dos processos e estamos atentos aos critérios técnicos necessários para oferecer as melhores oportunidades de negócios.


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