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O isolamento social em São Paulo já caminha para dois meses – teve início oficial em 23 de março e ainda segue firme até o próximo dia 31 de maio, conforme determinação do governador do estado, João Doria (PSDB). Em razão da crise da saúde (Covid-19), o cenário social e econômico protagoniza incertezas, anseios e retrações em diversos setores e segmentos da sociedade.

Não por acaso, o mercado imobiliário corporativo também precisou se adaptar e demonstrar sensibilidade e compreensão em relação à dor de seus clientes. Afinal, a crise desencadeou o esvaziamento (ainda que temporário) de espaços locados e mudou a forma de trabalho das empresas.

Em consequência desse cenário muitas empresas tiveram seus faturamentos de negócios afetados e, ao mesmo tempo, viram-se pagando integralmente o aluguel e usando quase zero do espaço locado, já que uma grande parcela de suas atividades migrou para o home office – que ganhou grande visibilidade e expansão nesses últimos dois meses.

Com a diminuição da equipe de trabalho no escritório e a necessidade de reduzir custos, inquilinos solicitaram aos proprietários dos imóveis descontos no valor do aluguel de seus contratos por alguns meses.

Mas como será o futuro que se aproxima? Afinal, os descontos no valor do aluguel não irão durar para sempre! Nesse caso, como se reorganizar e enfrentar a pós-pandemia?

A verdade é que ainda é muito cedo para prever ou mesmo especular como o mercado irá se comportar no pós-crise, mas uma coisa é certa: as empresas já estão estudando maneiras de reduzir seu custo de OPEX (custo de operação).

Com a prática do home office ampliada, especialistas preveem um aumento considerável dessa modalidade. Além disso, uma pesquisa recente com CEOs e líderes financeiros revelou que 74% dos entrevistados pretendem estender o trabalho remoto pós-pandemia, além de uma possível diminuição no quadro de colaboradores. Como consequência, esse cenário abrirá espaço para uma forte tendência de redução no tamanho dos escritórios.

Mas se o drive das empresas será a redução de custo, o valor envolvido em uma eventual relocalização – CAPEX (custo de implantação) – para um escritório menor poderia inviabilizar o projeto. Nesse sentido, opções de espaços mobiliados serão consideradas grandes oportunidades para esse momento de mercado. Isso porque, além de possibilitar uma movimentação rápida, reduz consideravelmente o custo de implantação com poucas intervenções no layout.

Espaço com estrutura pronta sempre foi visto com bons olhos pelas empresas em processo de relocalização, principalmente quando o objetivo é alcançar savings. Alguns aspectos como o tipo do mobiliário, a disposição do layout, e a comunicação visual são pontos importantes levados em consideração na análise, mas os savings, tanto no valor de aluguel quanto no custo de implantação, têm peso relevante na tomada de decisão e pode justificar uma escolha.

Na prática, manter o espaço mobiliado após o término do contrato de locação é um bom negócio para todas as partes. Para o inquilino que desocupa o imóvel e economiza no decommissioning (custo de obra para devolver o espaço no estado original); para o proprietário, já que um bom padrão de mobília agrega muito ao imóvel e, historicamente, imóveis prontos ou parcialmente prontos alugam mais rápidos do que imóveis com apenas a infraestrutura básica (piso, forro e ar condicionado); e também para o novo ocupante, conforme já mencionado, por otimizar consideravelmente o custo de implantação do escritório.

Encontrar esses espaços corporativos mobiliados, no entanto, pode ser um desafio árduo e até demorado para quem não está inserido nesse contexto. Afinal, onde eles estão? Encontrá-los dentro das perspectivas esperadas para atender as operações comerciais da empresa ou do negócio pode ser ainda mais difícil. Isso porque na maioria dos casos estes espaços não estão anunciados no mercado; são “Shadow-Spaces” – espaços atualmente ocupados, mas com previsão de, em um futuro próximo, ficarem vagos.

Apesar da crise, o mercado imobiliário corporativo continua em movimento constante e a RealtyCorp poderá auxiliar empresas a encontrarem soluções inteligentes para a realocação satisfatória de seus negócios.


Texto escrito por: Rodolfo Coelho, Consultor da Realtycorp.

Consultor Rodolfo Coelho

Formado em gestão de empresas e com especialização em CORPORATE REAL ESTATE ASSET MANAGEMENT pela FDTE, com mais de 12 anos de experiência na área comercial, atuando no mercado imobiliário corporativo com foco na representação de empresas nacionais e internacionais. Orientando e transmitindo valioso conhecimento do mercado de forma a sustentar as decisões de negócios. Conduziu projetos de novas locações, expansões, renovações, renegociações e rescisões de contratos de locação

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