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A pandemia acaba de completar um ano e novamente estamos diante de uma determinação do governo do estado, quanto às restrições de isolamento social em São Paulo. Com isso, as famílias devem continuar dentro de suas casas e as atividades econômicas não essenciais seguem suspensas.

Com a obrigatoriedade do distanciamento social, a fim de conter o avanço da Covid-19, descobrimos (ou constatamos) ser possível trabalhar de casa – o home office foi, de certa forma, uma tábua de salvação no meio do oceano. As atividades de trabalho, das mais variadas áreas, tiveram de se readequar rapidamente.

E embora esteja funcionando bem em boa parte dos casos, também esbarramos em algumas dificuldades e preocupações, afinal, nem tudo são flores. A exemplo disso, temos visto que trabalhar de casa não é apenas ter um computador com acesso à internet. Antes fosse.

Problemas enfrentados

A Lei Federal 13.709/18 que regulamenta a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) entrou em vigor em setembro de 2020 sob a premissa de regulamentar qualquer atividade que envolva a utilização de dados pessoais, inclusive nos meios digitais, por pessoa natural ou jurídica. Para saber mais sobre a LGPD, clique aqui.

Como dito anteriormente, a adaptação ao home office ocorreu, mas esbarramos em uma legislação não adequada ao momento. Além disso, a infraestrutura tecnológica das residências é precária na grande maioria das vezes.

O que temos visto ao longo destes últimos meses é que o tráfego de dados em ambiente doméstico é muito suscetível a violações, haja vista a quantidade de “vazamento” de dados que ocorreram recentemente. Para saber mais, clique aqui.

Outra dificuldade se deve aos deficitários serviços ofertados pelas operadoras de internet e telefonia. Com um tráfego tão grande de acesso, várias instabilidades surgiram.

Com isso, as empresas de TI ganharam uma demanda imensa de serviços (segurança da informação, tráfego de dados, segurança do usuário, softwares que comportem o acesso de milhares de funcionários ao mesmo tempo, os elegíveis e os eventuais) etc.

Sem deixar de mencionar, claro, o quanto toda essa prática “excessiva” de trabalho misturada à rotina familiar (no sentido de que o trabalho e as atividades domésticas ficam conectadas), como dar assistência aos filhos nas aulas virtuais, cozinhar, estudar, cuidar dos cachorros etc, afetou e tem afetado também a saúde mental das pessoas e dos profissionais. Para saber mais, clique aqui.

O “burnout” ganhou destaque, a depressão se acentuou, há dados sobre o aumento excessivo de bebidas, cigarro e outras drogas ilícitas, violência doméstica, etc. Tudo isso em decorrência de uma pandemia que ninguém imaginaria durar mais de 12 meses (e ainda segue).

O que as empresas podem fazer?

Diante de toda essa demanda de trabalho que não para e nem pode parar, uma das alternativas possíveis para oferecer “novamente” aos colaboradores um ambiente de trabalho corporativo e ao mesmo tempo acessível, seria a criação ou implementação de um HUB REGIONAL.

Ele consiste em um espaço corporativo com toda infraestrutura tecnológica necessária ao trabalho, mas localizado mais próxima à residência dos colaboradores (e esta é justamente a grande sacada).

Sabemos que as grandes empresas estão instaladas em grandes centros comerciais e financeiros de São Paulo, como Faria Lima, Vila Olímpia e Berrini, por exemplo. Grandes corporações têm suas matrizes em regiões comercialmente badaladas e talvez isso nunca mude, mas nada impede que elas também possam ter um polo corporativo, um ponto de encontro, mais localizado em áreas periféricas da cidade, justamente primando pelo bem-estar, saúde e produtividade de seus funcionários.

Afinal, também não é nenhuma novidade que a grande força de trabalho das empresas está justamente localizada em cidades e bairros periféricos, e que o deslocamento de seus colaboradores para suas matrizes exigem horas de transporte público. E que trens e metrôs promovem ambientes aglomerados.

O HUB REGIONAL funcionaria como um meio termo e seria sempre uma boa alternativa (mesmo depois da pandemia passar). Um espaço para manter a imagem corporativa e promover um ambiente de troca de ideias e experiências, em um raio próximo à residência dos funcionários, com toda segurança, tecnologia, infraestrutura, ergonomia e ar condicionado que eles necessitam para desenvolver bem suas atividades profissionais.

Diferente do home office, a ideia do HUB REGIONAL é justamente ser um ‘anywhere office’. Trabalhando de “qualquer lugar”, mas de maneira mais assistida em suas necessidades reais de trabalho, os colaboradores teriam um ambiente corporativo favorável às suas demandas.

Voltariam à rotina de escritório pelo menos duas vezes por semana, sem encarar horas de trânsito (talvez até podendo ir de bicicleta), e deixariam de lado um pouco da rotina doméstica que tem causado tantos transtornos.


Texto escrito por: Fernando Acédio, consultor de negócios da RealtyCorp.

Fernando Acédio

Com 20 anos de experiência profissional em empresas privadas multinacionais, na área de Real Estate, Pesquisa de Mercado, Negociação de Imóveis (compra e venda), Negociação de Contratos de Locação, Busca de pontos/imóveis em todo o território nacional, Coordenação da 1ª pesquisa (50 pessoas) de áreas industriais (galpões, terrenos, fábricas) detectando novas demandas, ofertas e tendências de mercado realizado na Grande São Paulo.


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