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Mercado de escritórios em São Paulo

A cidade de São Paulo, maior centro comercial do Brasil, possui 11,23 milhões de m² locáveis de escritórios em edifícios corporativos e 5,03 milhões de m² locáveis de escritórios em edifícios offices (pequenas salas comerciais).

Do estoque total, 14,89% estão em edifícios Corporate A+, 10,06% em edifícios Corporate A e 44,12% em edifícios Corporate Classes B e C (conhecidos como Outros). Totalizando 69,07% de escritórios Corporate. Os 30,93% restantes são edifícios Offices.

Em decorrência dos impactos gerados pela pandemia, o ano de 2020 encerrou seu ciclo com a maior absorção líquida negativa da história da cidade paulistana. Pelo gráfico abaixo, é possível observar uma absorção líquida negativa de quase 232 mil m² durante todo o ano de 2020.

Fonte: RealtyCorp

A taxa de vacância do universo Corporate A/A+ era de 11,36% no início de 2020. Ao término do ano, subiu para 17,15%. De igual maneira, a taxa de vacância do Corporate B e C (Outros) passou de 14,23% no 1º trimestre de 2020 para 17,37% no 4º trimestre de 2020.

Neste gráfico também relacionamos o crescimento ou a retração do PIB (Produto Interno Bruto) conforme o cenário político/econômico de cada presidente brasileiro dos últimos 16 anos. Como se pode perceber, existe uma correlação direta entre o comportamento da taxa de evolução do PIB com a taxa de evolução da ocupação de escritórios.

Entre os anos de 2014 e 2016 – com a então presidente Dilma à frente do Brasil, a taxa de evolução do PIB diminuiu, chegando a quase -5%. Quando Michel Temer assumiu – após o impeachment – o PIB voltou a crescer entre 2017 e 2018. Após a eleição de Bolsonaro em 2019, o PIB seguia crescendo, mas com a chegada da pandemia e todos os efeitos econômicos negativos inerentes ao processo, ele novamente despencou, chegando a -5%.

De acordo com matéria publicada na agência de notícias do IBGE (março/2020), o PIB fechou o ano de 2019 com crescimento de 1,1%, totalizando R$ 7,257 trilhões. Isso representou à época o terceiro resultado positivo, após as altas de 1,3% de 2017 e de 2018, que interromperam as quedas de 2015 e 2016. Já matéria recente da InfoMoney (09/03), mostra que a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) melhorou suas previsões para o desempenho da economia do Brasil nos próximos anos. Em relatório sobre perspectivas, a entidade informou que elevou a projeção para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do País em 2021, de 2,6% na estimativa de dezembro para 3,7% na atual. Já a expectativa de expansão em 2022 passou de 2,2% para 2,7%. Portanto, se considerarmos este crescimento como certo, como os economistas apontam, poderemos ter um cenário provável de crescimento da taxa de ocupação nos escritórios.

Destaque para a região da Berrini

A região da Berrini, um dos polos econômicos mais importantes de São Paulo, é composta por 111 edifícios, com um estoque total de 966 mil m². Os edifícios localizados lá possuem arquitetura inovadora e são ocupados por importantes empresas nacionais e internacionais. Deste estoque total, 13,25% está em edifícios Office, 26,55% em edifícios Corporate Classe A+, 21,26% em edifícios Corporate A e 39,06% em edifícios Corporate B e C (Outros). Isso resulta em 86,75% do estoque total em edifícios Corporate.

Entre os anos de 2008 a 2015, o estoque de escritório da região da Berrini saltou da casa dos 600 mil m² para 900 mil m², um aumento de 50% no estoque em um período de 5 anos. Desde então, a taxa de vacância da região gira em torno de 20%.

Fonte: RealtyCorp
Fonte: RealtyCorp
Fonte: RealtyCorp

Se considerarmos apenas o universo Corporate, é possível perceber um aumento acentuado da taxa de vacância entre os anos de 2012 a 2017, quando então a taxa de vacância começa a cair com a retomada da economia, após o impeachment da presidente Dilma. Contudo, desde o 2º trimestre de 2020, a taxa de vacância voltou a subir de maneira expressiva em razão da pandemia, e também, devido a forte concorrência dos novos edifícios corporativos entregues nos últimos anos na região da Chucri Zaidan. Esta região “sugou” alguns inquilinos, fazendo-os migrar da Berrini.

Caso tenha interesse nos dados do mercado de escritório do Rio de Janeiro e os dados do mercado industrial e logístico do Brasil, veja ainda o relatório trimestral da RealtyCorp – Clique Aqui


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