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Em conteúdo recente falamos sobre o retorno das empresas aos escritórios já no início de 2022, trazendo o panorama do setor. Afinal, com a vacinação da covid-19 em nível acelerado, os casos da doença em queda e a expectativa de retomada ao trabalho e às atividades sociais ganhando força, o cenário se desenha bem mais positivo.

Em relação ao mercado imobiliário corporativo, segundo matéria publicada no Valor Econômico (30/12/2021), o volume mais expressivo de devoluções de áreas comerciais em São Paulo, em razão do trabalho remoto ocasionado pela pandemia, já ocorreu. Isso é um bom sinal.

Fintechs, empresas de comércio eletrônico, de tecnologia e de saúde estão entre as ocupantes que vêm se destacando nas contratações de aluguel de áreas.

Na região da Faria Lima – endereço mais cobiçado de escritórios em São Paulo –, espaços de qualidade estão mais escassos, e os valores pedidos começam a apresentar elevação. Na avaliação de consultorias imobiliárias, os preços pedidos de locação tendem a ser mantidos, com alta apenas na Faria Lima. Outras regiões tendem a continuar sofrendo com o excesso de oferta.

Segundo Rafael Birmann, idealizador do edifício B32, considerado o melhor edifício corporativo de São Paulo, há expectativa de que, em meados de 2022, todos os andares estejam ocupados efetivamente. O preço médio mensal de locação está em R$ 235 por m2.

Ele disse que está animado com o segmento e com a movimentação das empresas, mas que a nova variante do vírus é um ponto de incerteza.

O que pode adiar esta retomada

A ocupação efetiva dos escritórios alugados tem crescido, no entanto, é importante ressaltar que o ritmo da volta dos profissionais ao trabalho presencial dependerá de alguns fatores. E nesse sentido, a ocorrência de novas variantes do coronavírus é, sim, um ponto de atenção.

A exemplo disso, infecções da variante Ômicron e influenza já estão provocando o atraso da volta aos escritórios de empresas de vários portes que estavam programando um retorno ao trabalho presencial nas próximas semanas.

A lista inclui empresas de tecnologia, indústrias, e segmentos nos quais o home office é quase impossível – como as companhias aéreas.

Adaptabilidade no retorno ao trabalho presencial

Outra mudança que a pandemia trouxe é em relação a importância dos profissionais. Segundo a coordenadora da Conexão FGV, Ana Ligia Finamor, cada vez mais as empresas estão colocando as pessoas no centro de sua gestão. 

Segundo ela, o formato híbrido deve predominar, mas tudo será diferente do que era antes e durante a pandemia. O período de isolamento permitiu que as pessoas descobrissem a importância de estar mais em casa, com uma vida mais saudável. E fatalmente elas não querem mais perder isso.

Por outro lado, cada empresa definirá qual será o formato padrão de trabalho e a melhor opção para seu negócio. Essa escolha – muitas vezes em conjunto – também deve ser vantajosa para os colaboradores, para que eles possam dar o melhor de si no trabalho, ao se sentirem em segurança e valorizados.

Embora haja um clima de pós-pandemia nos espaços físicos, ainda há um longo caminho a percorrer e cuidados a serem mantidos tanto na saúde, quanto no jeito do trabalhar de agora em diante.

“Quando vemos as pessoas retornando ao ambiente corporativo, fica muito clara a necessidade de readaptação a um modelo que parece ser o mesmo de antes, mas não é. As mudanças estão acontecendo de forma cada vez mais acelerada e as empresas estão abraçando a tecnologia”, ressalta Luciane Botto, consultora empresarial há mais de 15 anos.

Os novos horizontes envolvem foco no que realmente importa para cumprir prazos e metas. Essa movimentação precisa levar em conta ainda a administração da saúde mental – um ativo pessoal e profissional fortemente abalado pelos acontecimentos gerados pela crise sanitária.

O mercado aquecido

Ainda de acordo com matéria do Valor, já existe sinalização de alguns empreendimentos corporativos a serem desenvolvidos em São Paulo. Isso, no entanto, não alterará o cenário de curto prazo.

A incorporadora Lucio, por exemplo, dará início a seis projetos de escritórios, no próximo ano, com entrega prevista de 30 a 36 meses.

A Hemisfério Sul Investimentos (HSI) está iniciando um novo ciclo de investimentos em ativos imobiliários, que terá como uma de suas prioridades “prédios-boutiques” de escritórios comerciais, localizados nas proximidades de estações de metrô e ciclovias da capital paulista.


Texto produzido por: Redação RealtyCorp

1 Comment

  • Gilberto Mozza, 11/02/2022 @ 20:24 Reply

    Boa noite
    Gosto do trabalho de vcs

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