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Com 20,5 milhões de m² de galpões que estão em condomínios industriais e logísticos, o Brasil reflete a relevância de sua economia, de sua pujança no mundo dos negócios, seja pela dinâmica do mercado interno brasileiro, seja pelos negócios advindos das importações e exportações.

Soma-se ao cenário de diminuição da taxa de vacância (ainda que discreta), nos dois últimos trimestres consolidados no mercado de São Paulo em 2018, as positivas expectativas para o novo governo,  que assumiu  em 1º de janeiro de 2019, impulsionando o aumento do nível de confiança e entusiasmo da classe empresarial, potencializando o incremento de novos investimentos,  com prováveis reflexos na redução na taxa de desemprego, fortalecendo as perspectivas de retomada de crescimento econômico condizentes com o desejo da classe empresarial brasileira.

É certo que o empresariado do segmento industrial no Brasil, tendo nos condomínios de galpões industriais e logísticos um de seus termômetros, estará com os olhos abertos  para o novo governo, de modo que os avanços nas políticas públicas se revelem estruturantes, sejam na área econômica como nas demais áreas da Administração Federal, que envolvam a gestão de pessoas, estruturas ministeriais, orçamentos públicos, governanças das estatais, investimentos públicos e em parcerias com a iniciativa privada,  patrimônio da União, tecnologia da informação e comunicação, logística, gestão governamental e relações internacionais, sempre fundadas em um espírito republicano e transparente, como deve ser nas maiores democracias.

Naturalmente que se pensar em retomada da atividade construtiva de condomínios logísticos no Brasil, dependerá, dentre outras coisas, da redução da taxa de vacância, num primeiro momento e isto, na verdade, se prenderá às conquistas esperadas pela atuação do novo governo, algo que repousa como expectativa sobre a quase totalidade da nação.

Finalmente, no intuito de sinalizar o tamanho do desafio que temos pela frente, no que tange à expectativa geral de uma nova realidade para a atividade econômica do Brasil, devemos considerar ser imperativo o crescimento da produtividade e da competitividade do país, ambos indicadores, aliás, sofríveis, como se vê nos gráficos abaixo:

FONTE: IBGE | Considera-se o PIB encadeado a preços de 1995 pelo total de ocupantes.
Fonte: World Economic Forum

Como se depreende dos dados acima, é crucial e desafiador que o país consiga ampliar seus níveis de produtividade e competitividade nos anos que virão, promovendo inovações tecnológicas, investindo em qualificação de mão de obra, na indústria sobretudo, propiciando melhorias no ambiente de negócios e maior e melhor inserção nos mercados internacionais.

Os desafios são enormes, com certeza, mas não maiores que a capacidade do Brasileiro de se superar acreditando, sempre, na sua força empreendedora, na sua vocação por inovações e, ainda, na visão de sua classe empresária sempre ávida na busca por novos investimentos.


Texto escrito por: Alcebíades Cavalcanti – Diretor de Industrial e Logística

Profissional sênior do segmento imobiliário logístico e industrial, com larga experiência no setor, habilitado a contribuir com o processo decisório corporativo, tendo exercido cargos de liderança e diretoria em empresas reconhecidas e respeitadas no mercado imobiliário corporativo como Ocupantes, Jones Lang Lasalle e Colliers International. Atuação em diversos processos de negociação e fechamento de negócios imobiliários em todo território nacional para companhias nacionais e multinacionais como Procter & Gamble (P&G), Adidas, WalMart, Mercedes Benz, Cetelem, EBM Incorporações S/A, Ciser, Vicunha Têxtil, Cosan, Philips, Unisys, Exterran, Rolls Royce, Aker Solutions, Halliburton, Comgás, Nestlé, BRF, Maersk, Atlas Schindler, ELOG, Faurecia, dentre outras.

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