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Atuando na RealtyCop desde 2018, Rodolfo Coelho vem traçando sua própria história. Não à toa, teve participação direta em alguns dos maiores projetos da empresa nos últimos 5 anos. O trabalho realizado no Banco Votorantim, em São Paulo, é motivo de orgulho dada à complexidade do projeto.

Parece clichê usar este verbete, mas já dizia um velho dito popular: “em tempos de crises, surgem também grandes oportunidades”.

A pandemia trouxe um legado. Embora tenha protagonizado uma crise séria e mundial, ao mesmo tempo também nos “obrigou” a olhar para fora da caixa. Tanto na vida quanto nos negócios, podemos dizer que nos tornamos pessoas e profissionais mais resilientes.

Não foram apenas as pequenas e médias empresas que sofreram com a crise sanitária e tiveram de se readaptar às mudanças que vieram. No mercado imobiliário corporativo, tanto locatários quanto proprietários enfrentaram desafios no período mais acentuado da crise.

Grandes empresas também passaram por mudanças: devolveram ou reduziram seus espaços comerciais, precisaram reformar seus escritórios, dar mais atenção aos cuidados com a ventilação das salas, entre tantas mudanças.

A exemplo disso, uma das principais instituições financeiras privadas e 100% brasileira, o Banco Votorantim encontrou na RealtyCorp uma solução que suprisse sua nova necessidade de ocupação, advinda da pandemia.

“Fico feliz em compartilhar o case do Banco Votorantim porque ele começou do zero. Fizemos uma abordagem ativa. Batemos à porta do cliente para apresentar uma ideia. Tínhamos detalhes da ocupação, referência de valor de mercado da região e sabíamos exatamente quais prédios poderiam atender uma eventual movimentação do banco. Quando a RealtyCorp abordou o BV, no sentido de ir para outro prédio de mesmo padrão e na mesma região que estão atualmente, mas com objetivo de gerar savings ao longo dos anos, o trabalho se mostrou mais complexo”, relembra Coelho.

O mercado de escritórios e os desafios da pandemia

Quem acompanha o mercado imobiliário corporativo sabe que a crise sanitária vivenciada nos últimos dois anos trouxe vários desafios ao setor. Outras situações difíceis já haviam acontecido, mas a pandemia foi algo sem precedentes. Exigiu maior resiliência e dinamismo.

Vimos empresas, lojas e shoppings fechando suas portas por meses a fio – em razão das medidas de distanciamento social. As pessoas ficaram 100% confinadas em seus lares. Com isso, o home office veio a pulso, mas se tornou a tábua de salvação no meio do oceano.

Agora, com o avanço dos números da vacinação contra a Covid-19 (e a diminuição gradativa dos casos da doença), a volta mais ostensiva dos profissionais aos escritórios, o mercado imobiliário reagindo e novamente alugando espaços comerciais, temos visto o processo inverso ocorrer.

“A retomada total do mercado imobiliário corporativo ainda é expectativa, vamos ter de esperar e observar para, de fato, entender o que vai acontecer ao longo dos próximos anos. Perdemos em alguns aspectos, mas apesar disso, ganhamos em outros. Com isso, temos enxergado oportunidades. Sabemos que, ou o mercado cresce ou encolhe (são essas as duas possibilidades), mas as empresas não param, sempre há movimentações e com isso, o mercado segue reagindo. Acredito que o crescimento do mercado, em termos de metros quadrados, ficou retraído, mas a retomada virá aos poucos. Já está vindo”, avalia o diretor.

Case do Banco Votorantim: longos meses de negociação e sucesso no final

No início da pandemia de Covid-19, em março de 2020, a operação do Banco Votorantim migrou 100% para o modelo home office. Contudo, meses depois, considerando a volta gradual das atividades nos escritórios, e a implantação do modelo híbrido, o banco iniciou o projeto de retorno ao ambiente físico, uma nova realidade de ocupação.

O impasse foi gerado: eles decidiram reduzir a área ocupada, implantaram o modelo híbrido, mas ainda buscavam uma solução para diminuir também o custo de aluguel.

Dada à complexidade do projeto, apesar de entender bem a demanda, o trabalho realizado para o BV demandou alguns meses de trabalho duro. Rodolfo Coelho conta que o projeto passou pelo crivo de acessibilidade, localização e região, questão financeira e qualitativa, etapa por etapa.

“Gosto de destacar que não havia projeto ainda. O banco não estava pensando em mudança física, em sair do edifício. Mas conhecendo a necessidade deles, apresentamos inicialmente uma ideia de movimentação”.

Também destacou a importância de manter contato direto e constante com o setor de facilities do banco, já que uma mudança física impactaria na rotina e mobilidade dos funcionários.

“Quando iniciamos as conversas, eles já estavam em um processo de devolução de alguns andares no Rochaverá em razão da pandemia. Uma relocalização não seria um projeto simples, tratava-se de uma movimentação muito grande, envolvendo todas as áreas da empresa. É preciso entender que uma mudança traz implicações, principalmente para os colaboradores”, destaca.

Com diretrizes bem definidas, a RealtyCorp realizou um estudo Stay x Go. Inicialmente identificou no mercado as opções que poderiam atender a demanda de espaço esperadas pelo banco, gerando também savings ao longo dos anos – principal ponto para o case de relocalização fazer sentido.

“No final de todas essas avaliações, apresentamos dois cenários ao banco. Ficar no imóvel atual, que apesar de ter alcançado uma excelente base comercial na revisão do valor de aluguel, seria ainda uma condição um pouco mais cara, no entanto, sem quaisquer impactos para os colaboradores quanto à movimentação para um novo local de trabalho. A mudança para outro imóvel traria impacto financeiro direto e imediato com pagamento das multas por rescisão do contrato, implantação e obras no novo espaço (o normal de qualquer novo contrato de locação), mas traria economias futuras consideráveis.

Ele destaca que a região de interesse tinha grandes oportunidades e a economia gerada ao longo dos anos justificaria uma movimentação.

“Para eles ficarem tivemos de negociar com o proprietário do imóvel atual a redução do valor de aluguel. Afinal, o mercado estava muito ofertado e, se não houvesse a revisão do aluguel, seria inevitável a saída.

Negócio fechado com o Banco Votorantim: renovação de 13 mil m²

Como relembra o diretor, no meio do caminho [das negociações], a ideia de ficar no mesmo edifício passou a fazer sentido para o banco.

“Revisamos o contrato com o proprietário, negociamos de maneira forte! Foram  longos 3 meses de negociação. Apresentamos informações e dados que davam condições para o banco sair, e o que precisariam para ficar. Eles avaliaram a questão financeira e qualitativa, aspectos técnicos, padrão da ocupação, mobilidade e infraestrutura do local. Tudo foi levado em consideração”.

Por fim, depois de um trabalho completo e complexo, a decisão do cliente foi permanecer no imóvel atual.

“Nossa proatividade viabilizou o sucesso do negócio, por isso, a renovação do Banco Votorantim numa área de aproximadamente 13 mil m² foi tão impressionante. Batemos à porta do cliente, apresentamos boas alternativas, levamos soluções imobiliárias completas. Por isso eu gosto de dizer que concluímos um grande projeto com sucesso, e que foi um excelente negócio para o banco. No final, eles demonstraram enorme satisfação com o trabalho realizado”, finaliza.


Texto escrito por: Rodolfo Coelho, Diretor Industrial e de Logística da RealtyCorp.

Formado em gestão de empresas e com especialização em CORPORATE REAL ESTATE ASSET MANAGEMENT pela FDTE, com mais de 12 anos de experiência na área comercial, atuando no mercado imobiliário corporativo com foco na representação de empresas nacionais e internacionais. Orientando e transmitindo valioso conhecimento do mercado de forma a sustentar as decisões de negócios. Conduziu projetos de novas locações, expansões, renovações, renegociações e rescisões de contratos de locação

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