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A pandemia de Covid-19 está caminhando para completar dois anos (março/2020). De lá para cá, vimos o mercado imobiliário corporativo de alto padrão em São Paulo passar por um período de incertezas.

Contudo, as expectativas de retomada do mercado de escritórios se concretizaram no final de 2021, trazendo resultados expressivos de absorção líquida – indicador de crescimento ou retração do mercado imobiliário trimestre a trimestre.       

O fechamento dos dados do 4º trimestre de 2021 do mercado de alto padrão (classe A, AA e AAA) prova essa retomada. Afinal, desde o 3º trimestre de 2021 houve reação do mercado de escritórios em São Paulo quanto aos números de absorção líquida positiva. 

E não apenas a cidade de São Paulo como um todo apresentou melhora, mas algumas regiões seguem consolidando sua marca de resiliência e bom atrativo comercial. E a região da Nova Faria Lima é uma delas.

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Vacância baixa e média de preço de aluguel alto são alguns destaques

A Nova Faria Lima conta com um estoque total de escritórios de 1,702 milhões de m² (corporate e office, todas as classes). Deste estoque total, 20,47% está em edifícios Office (pequenas salas comerciais), 39,85% em edifícios Corporate Classe A+, 15,28% em edifícios Corporate A e 24,40% em edifícios Corporate B e C (Outros). Isso resulta em 79,53% do estoque total em edifícios Corporate.

A taxa de vacância para o universo Corporate (todas as classes juntas) está muito baixa: 6,42%, 2,33 pontos percentuais a menos que no início do ano de 2021, quando a taxa estava em 8,20% (1T/2021).

Esse cenário pressionou o aumento dos preços de locação na região, apesar da pandemia a todo vapor. Em 2021, a média nos preços das locações foi de R$ 112,00/m², e em 2020 de R$ 127,59/ m², contra uma média de R$ 106,54/ m² em 2019.

A média de preço pedido de locação no 4T de 2021 foi de R$ 94,12/m² (todas as classes).

A vacância atual da região é de 82 mil m² e representa apenas 3,32% do estoque Corporate total disponível na cidade. Essa situação deve impulsionar o crescimento das regiões vizinhas à Nova Faria Lima, e também manter a tendência de aumento dos preços de locações nestes meses iniciais de 2022.

Mercado de alto padrão

Quando falamos especificamente do universo de alto padrão, a taxa de vacância para o universo Corporate é ainda mais baixa: apenas 4,84% (4T/2021), com uma média de preço pedido de R$ 161,14 o m².

Embora os 2 primeiros trimestres de 2021 tenham trazido mais devoluções de espaços comerciais que ocupações, no 3T/2021 e 4T/2021, o cenário mudou. Quando olhamos para o universo Corporate de alto padrão da Nova Faria Lima (classe A), os números apontam:

  • 1º trimestre de 2021 foram devolvidos: -10,066 mil m²
  • 2º trimestre de 2021 foram devolvidos: -14,084 mil m²
  • 3º trimestre de 2021 foram adicionados ao mercado: +10,649 mil m²
  • 4º trimestre de 2021 foram adicionados ao mercado: +22,888 mil m²

Mesmo que os escritórios tenham ficado esvaziados durante os meses mais intensos da pandemia, com os funcionários trabalhando em home office, as empresas não devolveram seus espaços comerciais justamente pela força que a região tem e pelas oportunidades que oferece.

A resistência da Nova Faria Lima

Em matéria recente publicada no portal Info Money (15/02), o destaque é sobre o momento ser propício ou não para “voltar a investir em fundos imobiliários de escritórios”.

O texto aponta o que o mercado imobiliário já sabe bem: a resistência da região da Nova Faria Lima, conhecida como o coração financeiro de São Paulo, continua forte.

Considerando apenas os edifícios de alto padrão, a área é a que tem apresentado melhor desempenho do ponto de vista de ocupação e preços.

A taxa de vacância da região oscilou entre 3% e 8% e os preços subiram em todos os trimestres durante os últimos dois anos. A região fechou o quarto trimestre do ano passado com apenas 45 mil metros quadrados vagos, representando uma taxa de ocupação de quase 95%. Para conferir matéria na íntegra, clique aqui.

Transações

Ainda segundo o texto Info Money , apesar do cenário econômico desfavorável, várias transações chamaram atenção em 2021.

Entre elas, destaque para a aquisição de lajes do edifício Pateo Malzoni pelo fundo imobiliário BlueMacaw Catuaí (BLCA11), por R$ 38 mil o metro quadrado; e da Brookfield, que adquiriu diversos prédios da Syn Prop & Tech também na casa de R$ 36 mil o metro quadrado.

Para quem tem interesse em conhecer os dados e análises que preparamos, confira o RealtyCorp Analytics completo do 1T de 2022 da RealtyCorp.


Texto produzido por: Redação RealtyCorp

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