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O mercado corporativo de escritórios vive um paradoxo. A demanda voltou com força, mas  a oferta não acompanhou. São Paulo tem atividade construtiva de quase 600 mil m² (com entrega prevista até 2027), porém, o ritmo atual ainda não resolve o problema de oferta no curto prazo. Além do mais, há nuances a serem levadas em consideração, como as diferenças de oferta entre as regiões primárias e secundárias. O resultado é uma cidade com limitação de estoque disponível em algumas regiões e muita oferta em outras. E isso tem impacto direto no preço e nas opções de escolha das empresas.

Entre 2026 e 2027, a previsão é de entrega de aproximadamente 592 mil m² de novos escritórios em São Paulo. Trata-se de um volume relevante, distribuído ao longo dos próximos dois anos. Ou seja, a recomposição desse estoque de escritórios em São Paulo será gradual e não imediata.

O que a atividade construtiva de São Paulo trará de impacto até 2027?

Dentro desse pipeline, alguns projetos se destacam pela escala e capacidade de impacto no mercado. O Alto das Nações lidera esse movimento, com cerca de 100 mil m² disponíveis para ocupação. A entrega está prevista para 2026 e deve abrir uma janela estratégica para empresas em expansão, já que na região da Chucri Zaidan e da Chácara Santo Antônio deverá haver pressão de preço.

Outros empreendimentos também fazem parte desse novo ciclo. O Biosquare adicionará aproximadamente 39 mil m². O Cyrela Oscar Freire Corporate deve entregar cerca de 47 mil m² em 2026. Já o Esther Towers soma duas torres grandes, com cerca de 45 mil m² cada, sendo uma entregue em 2026 e outra em 2027. 

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Regiões primárias e secundárias: como cada uma delas reage?

Apesar de uma atividade construtiva de 600 mil m² até 2027, a sensação de escassez de oferta deve persistir ao longo dos próximos anos nas regiões primárias (Itaim Bibi, Faria Lima, Pinheiros, Paulista e Vila Olímpia). E por que isso? Muitos projetos, como a Biosquare, Cyrela Oscar Freire e o Super JK São Paulo, já serão entregues com ocupação máxima. Ou seja, as regiões continuarão com baixa vacância, a despeito de um relevante novo estoque de escritórios em São Paulo.

O mesmo não pode ser notado nas regiões secundárias (Berrini, Chucri Zaidan, Barra Funda e Chácara Santo Antônio). Essas regiões vão sentir a vacância diretamente, uma vez que entregarão seus novos prédios sem ocupação ou com poucas pré-locações. Só para exemplificar, Alto das Nações e Esther Tower adicionarão quase 200.000 m² em um mercado de 925 mil m², classe A+. São mais de 20% de novo estoque em um curto espaço de tempo. Em todo o ano de 2025, a absorção líquida A+ dessas regiões foi de 76 mil m². Nesse ritmo, seriam necessários 2,5 anos para absorver apenas o novo estoque, sem mencionar o restante da vacância que soma 170 mil m².

Ou seja, quando se fala em atividade construtiva em São Paulo, a perspectiva é otimista. No entanto, é preciso analisar no detalhe e entender como cada região performa.

O Alto das Nações, em especial, trará um novo olhar para a região da Chácara Santo Antônio. Com lajes amplas, mobilidade integrada e um ecossistema completo, o ativo atende a uma demanda crescente por eficiência, experiência e atraçã talentoo des. Para saber mais sobre o edifício, leia mais em nosso blog em um post recente. 

Para as empresas, o momento exige antecipação. A janela de decisão deixou de ser reativa e passou a ser estratégica. Em um mercado com baixo estoque, esperar pode significar menos opções e condições menos competitivas.

Quer falar sobre estoque e previsões? Conte conosco!

Se sua empresa está avaliando expansão, consolidação ou mudança de endereço para 2026 ou 2027, o maior risco hoje não é errar. É esperar demais.

Com um pipeline ainda insuficiente para aliviar o curto prazo, decisões tardias tendem a reduzir opções, elevar custos e comprometer ganhos estratégicos. A RealtyCorp apoia esse processo com inteligência de mercado, leitura de timing e negociação estruturada para transformar escassez em vantagem competitiva.


Texto escrito por: Redação RealtyCorp.

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