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Vista aérea panorâmica das praias do Leblon e Ipanema com a Lagoa Rodrigo de Freitas ao fundo, ilustrando a alta valorização e a busca por escritórios na zona sul do Rio.
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Com recuperação gradual e constante, zona sul do Rio tem taxa de vacância igual à Nova Faria Lima

O mercado corporativo do Rio de Janeiro está apresentando uma recuperação gradual, especialmente na zona sul, onde a taxa de vacância é de 7%, comparável a áreas premium de São Paulo. A procura por escritórios de alta qualidade e bem localizados está em alta, refletindo uma mudança no comportamento das empresas e uma melhoria contínua na absorção de espaços.

Vista da Avenida das Nações Unidas com edifícios corporativos modernos e árvores ao centro, ilustrando a conexão estratégica entre a Nova Faria Lima e a Chucri Zaidan em São Paulo.
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Baixa taxa de vacância na Nova Faria Lima e a Chucri Zaidan atraente para empresas: mercado corporativo cria novos polos em São Paulo

A escassez de escritórios na Nova Faria Lima e o aumento de preços estão impulsionando a demanda por espaços nas regiões de Chucri Zaidan e Chácara Santo Antônio. A vacância baixa na primeira e a oferta competitiva na segunda atraem empresas em busca de custos mais acessíveis e infraestrutura adequada, refletindo uma transformação no mercado corporativo de São Paulo.

Vista aérea do Centro do Rio de Janeiro com destaque para edifícios históricos e modernos, ilustrando a dinâmica do mercado de escritórios no Rio.
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Mercado imobiliário do Rio com sinais de recuperação no 1T26: vacância recua e demanda se fortalece

O mercado de escritórios do Rio de Janeiro apresenta sinais de recuperação no primeiro trimestre de 2026, com taxa de vacância reduzida para 21,63% e absorção líquida de 26.250 metros quadrados. A demanda por ativos de maior qualidade cresce, refletindo um ajuste positivo e sustentável, aumentando a confiança dos investidores no setor.

Mercado corporativo de São Paulo. Faria lima
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Mercado de Escritórios em São Paulo: Análise de Vacância e Preços no 1T 2026

O mercado imobiliário corporativo de São Paulo em 2026 mostra um ciclo de recuperação, com queda da vacância e aumento da absorção líquida. A demanda supera a oferta, especialmente em lajes corporativas, enquanto a escassez de novos imóveis eleva os preços. A descentralização se torna uma estratégia viável para empresas buscando melhores oportunidades.

Vista aérea de edifícios corporativos de alto padrão em São Paulo, simbolizando a maturidade e a performance do mercado imobiliário em 2025.
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Retrospectiva 2025: escassez de qualidade redefine a performance do mercado imobiliário corporativo no País

O encerramento de 2025 revela um mercado imobiliário corporativo mais maduro, com foco em ativos de qualidade. A escassez de imóveis bem localizados pode representar riscos em 2026. As decisões priorizam eficiência e custos. A vacância caiu em São Paulo, enquanto o Rio avançou com estabilidade, sugerindo um cenário mais seletivo e competitivo.

Vista panorâmica de diversos edifícios corporativos, ilustrando a densidade urbana e a análise sobre o atual estoque de escritórios em São Paulo.
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Quando São Paulo terá novo estoque de escritórios suficiente?

O mercado de escritórios em São Paulo enfrenta um paradoxo: a demanda aumentou, mas a oferta ainda é insuficiente. Apesar de 600 mil m² previstos até 2027, a escassez nas regiões primárias persiste, enquanto as secundárias enfrentarão vacância. Empresas devem agir rapidamente para evitar limitações nas opções e custos elevados.

Fachada moderna e envidraçada do edifício Viva!, destacando sua arquitetura sofisticada com volumes desencontrados no eixo Vereador José Diniz, em São Paulo.
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Viva!: sofisticação corporativa com mobilidade qualificada no eixo Vereador José Diniz

O edifício Viva!, em São Paulo, oferece uma resposta contemporânea à demanda corporativa, priorizando sofisticação, mobilidade e experiência econômica. Com 19 andares e localização estratégica, destaca-se pela infraestrutura robusta e pela integração de serviços, atendendo empresas que buscam imagem premium e eficiência de custos em seus espaços comerciais.

Vista ao entardecer dos modernos edifícios na região central, ilustrando a retomada gradual e a força do mercado corporativo no Rio de Janeiro.
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Rio de Janeiro tem ocupação liderada por setor público e consolida retomada gradual no mercado corporativo

O mercado corporativo do Rio de Janeiro apresentou recuperação em 2025, com o setor público liderando a ocupação. A absorção líquida foi positiva e a vacância total caiu para 17,35%. Embora os preços de locação tenham subido, a dependência do setor público levanta preocupações sobre a diversificação dos inquilinos.

Perspectiva ilustrada da imponente torre corporativa de vidro do complexo Alto das Nações, destacando a praça arborizada de convivência e a integração urbana no térreo.
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Alto das Nações: escala, mobilidade integrada e performance predial para sedes corporativas em São Paulo

O mercado corporativo de São Paulo voltou a premiar três coisas ao mesmo tempo: eficiência operacional, experiência do usuário e imagem institucional. A escolha do

Vista noturna de modernos edifícios corporativos e avenida com trânsito intenso e iluminado, ilustrando a alta demanda e valorização para quem busca um escritório na Nova Faria Lima.
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Nova Faria Lima: O que os dados do 4T25 dizem sobre o seu escritório em 2026

Em 2026, negociar escritórios na Nova Faria Lima tornou-se desafiador devido à baixa vacância de 6,58% e à valorização dos preços, que subiram 123% desde 2022. Com empresas ainda absorvendo espaços, os players precisam se adaptar, considerando melhores opções como edifícios mais antigos para modernização ou renegociação de contratos.