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O mercado corporativo de São Paulo voltou a premiar três coisas ao mesmo tempo: eficiência operacional, experiência do usuário e imagem institucional. A escolha do escritório deixou de ser apenas “m² e aluguel” e passou a incluir mobilidade, conveniência, bem-estar e a capacidade do endereço de sustentar cultura e atração de talentos.

É nesse contexto que o Alto das Nações se posiciona como uma nova referência no eixo Nações Unidas. O empreendimento contará com 40 andares corporativos e aproximadamente 100 mil m² de área de escritórios, dentro de um complexo multiuso que integra mobilidade, serviços, áreas abertas e equipamentos urbanos. A previsão é de entrega no meio do ano, com expectativa de emissão do Habite-se em junho — uma janela estratégica para empresas que planejam mudanças, consolidações ou expansões em 2026–2027.

A RealtyCorp é a consultoria responsável pela representação exclusiva dos proprietários na locação do componente corporativo.

Por que este ativo é um trophy asset na prática

“Trophy asset” não é um rótulo; é uma combinação rara de atributos difíceis de replicar na cidade. No Alto das Nações, isso se materializa em características objetivas:

  • Altura e presença simbólica: torre corporativa com 219 m, heliponto e mirante/rooftop
  • Escala corporativa real: ~100 mil m² de escritórios e 40 andares
    Lajes corporativas grandes: BOMA em torno de ~2.300 m² por laje (conforme quadro de áreas)
  • Altura técnica e flexibilidade: piso-a-piso ~4,66–4,68 m
    Performance de circulação: elevadores de alta performance (6 m/s)
  • Acesso e capacidade: garagem associada à torre corporativa com 2.486 vagas
    Sustentabilidade e bem-estar: previsão de LEED Gold e caminho para WELL (Gold)
  • Vida urbana e conveniência: praça aberta (~32 mil m²) com +400 árvores, teatro (303 lugares), mall com +40 lojas e ABL >5 mil m², hipermercado

Escala em pessoas: o que 100 mil m² representam

Com a densidade de ocupação hoje mais comum no mercado (7 a 10 m² por posição), os 100 mil m² de escritórios suportam aproximadamente 10.000 a 14.300 posições de trabalho. Somado ao fluxo gerado por serviços, visitantes, alimentação e eventos do multiuso, esse volume cria massa crítica para transformar o endereço em centralidade — e não apenas em “local de trabalho”.

Mobilidade integrada: menos atrito, mais previsibilidade

Um diferencial raro em São Paulo: a estação Granja Julieta é integrada ao complexo, permitindo acesso sem necessidade de sair para a rua. Soma-se a isso a evolução viária do eixo, incluindo a entrega do novo túnel conectando a extensão da Chucri Zaidan com a Cecília Lottenberg, além de melhorias em vias e pistas no entorno.

Para empresas, isso tem efeito direto na adesão ao presencial, qualidade da jornada diária e previsibilidade operacional.

Ecossistema do entorno: hotelaria e gastronomia como infraestrutura corporativa

O eixo Nações Unidas concentra um ecossistema robusto de hotelaria e serviços corporativos. Há hotéis walk distance como Blue Tree, Transamérica, Hyatt, JW Marriott, Intercity, Mercure, Estanplaza, Novotel e Ibis e uma oferta gastronômica consistente (por exemplo Sonho Árabe, Koffi&co, San Francisco, Carmen La Loca, Augustu’s, Viareggio), além de operações no próprio complexo (Outback, Nagairô e Frutaria São Paulo).

Esse ecossistema funciona como infraestrutura: facilita visitas, reuniões, eventos e a rotina diária de times grandes.

Escala comparada: complexos de referência na cidade

Uma forma simples de entender a escala do Alto das Nações é compará-lo com complexos de referência (somando torres/blocos), porque é assim que o mercado “enxerga” esses endereços na prática.

Só o componente de escritórios do Alto das Nações — ~100.000 m² — já o coloca no mesmo patamar dos maiores polos corporativos consolidados da cidade, e supera, por exemplo, a soma das duas torres do CENU.

  • Alto das Nações (corporativo): ~100.000 m² de escritórios (40 andares)
  • CENU (complexo – Torres Norte + Sul): ~93.152 m² (2 torres)
  • Rochaverá Corporate Towers (complexo – A + B + C + D): ~122.342 m² (4 torres)
  • São Paulo Corporate Towers (complexo – Norte + Sul): ~127.816 m² (2 torres)
  • Pátio Malzoni (complexo – A + B + Central): ~79.438 m² (3 blocos)
  • Parque da Cidade Corporate (complexo – conjunto corporativo): ~211.336 m² (múltiplas torres)

O ponto não é “quem é maior”, e sim o que a escala permite: sede, consolidação e crescimento em um único endereço, com mobilidade integrada e serviços — um pacote raro.

Modelos de ocupação: flexibilidade para diferentes estratégias

A estrutura permite desde meia laje até múltiplos andares, atendendo empresas em expansão, consolidações e sedes com necessidade de escala e previsibilidade. Com o Habite-se previsto para junho e entrega no meio do ano, faz sentido iniciar conversas e visitas agora para empresas em calendário de decisão e fit-out.

Condições comerciais

  • Aluguel pedido alvo: R$ 120 a R$ 150/m²
  • Carência típica: 6 a 12 meses
  • Incentivo adicional: descontos escalonados (quando aplicável)

O Alto das Nações combina escala corporativa, mobilidade integrada, desempenho técnico e um ecossistema multiuso que reduz fricções do dia a dia. Com previsão de entrega no meio do ano e expectativa de emissão do Habite-se em junho, o empreendimento entra no calendário real de empresas que planejam mudanças e consolidações em 2026–2027. A RealtyCorp atua na representação exclusiva dos proprietários na locação do componente corporativo. Para empresas que avaliam ocupação de meia laje, laje completa ou múltiplos andares, a consultoria conduz visitas técnicas e análises comparativas de mercado, com abordagem consultiva e flexível de negociação.


Texto escrito por: Christofer Mariano, Diretor de Locação da RealtyCorp.

Christofer Mariano

Há 10 anos no mercado imobiliário corporativo, Christofer Mariano teve passagem por empresas do setor de telecomunicações e multinacionais, atuando em projetos estruturais nacionais. Em 2016, integrou a equipe da Buildings, passando por diversas áreas da empresa, até se tornar líder da área de negócios em 2019. Na Buildings se especializou no mercado imobiliário e na principal plataforma de dados imobiliários, o CRE Tool, produzindo diversas análises, vídeos, entrevistas e relatórios de mercado, além de dar palestras e aulas para o setor. É formado em Gestão da Qualidade pela Faculdade Carlos Drummond de Andrade, e atualmente está concluindo a graduação em Economia.

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