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A cidade do Rio de Janeiro decretou no dia 7 de março o fim da obrigatoriedade do uso de máscaras em locais fechados. Segundo matéria publicada na CNN Brasil (07/03), o decreto foi publicado em edição extra do Diário Oficial do Município e seguiu recomendação do Comitê Especial de Enfrentamento à Covid-19 da Prefeitura do Rio de Janeiro.

Outro dado importante é que o Brasil chegou a 75,33% da população com vacinação completa contra a Covid-19. Conforme matéria da Isto é Dinheiro (14/03), em números absolutos, o maior número de vacinados com a primeira dose está em São Paulo (41 milhões), seguido por Minas Gerais (17 milhões) e Rio de Janeiro (13 milhões).

Isso talvez mostre que o Rio de Janeiro tem sido pioneiro ao retirar as máscaras da população. E o que isso significa? Com certeza passa confiança para o retorno das atividades nos escritórios.

Fato é que já estávamos tão acostumados com esse adereço junto ao rosto que andar sem ele parece gerar a sensação de estarmos fazendo “algo errado”. Acredito que esse “desconforto” também pode ocorrer no retorno ao ambiente físico de trabalho.

O home office também “bagunçou” um pouco nossa cabeça: trouxe uma proximidade com os familiares e demostrou que essa geração consegue conciliar a família às tarefas do escritório (por mais que traga sobrecarga de demandas e que elas se misturem muitas vezes).

Do outro lado, foi possível também evidenciar a importância cada vez mais acentuada do escritório para as empresas e para os profissionais, mesmo que em formato híbrido.  

Também vimos em noticiário recente que grandes empresas de tecnologia anunciaram a volta de seus funcionários aos escritórios para o início de abril. Apple, Microsoft, Meta e Google já estão colocando em prática os planos para a volta ao ambiente físico e colaborativo por entenderem que essa fase de reclusão em casa está ficando para trás. Isso sem mencionar que elas têm escritórios gigantes e modernos que não foram devolvidos. Pelo contrário. Algumas delas até ampliaram seus espaços.

Como especialista do mercado de escritórios do Rio de Janeiro destaco que não deixamos de fazer negócios durante a pandemia. Houve uma redução nos negócios, é verdade, e tivemos de conviver com o medo (e incertezas) na tomada de decisão das empresas, mas já é possível perceber um aumento considerável na procura por imóveis e novas oportunidades comerciais.

Olhando para o mercado imobiliário carioca

Em textos anteriores abordamos as causas e os efeitos da pandemia em algumas regiões cariocas, mas neste momento acredito estarmos na reta final da crise.

Com isso, preciso acelerar nossa abordagem, e já adianto que preferimos olhar o copo meio cheio para os próximos anos a considerar uma crise estendida. Por isso, apresento abaixo um resumo da situação do mercado imobiliário corporativo neste momento.

Considerando somente escritórios corporativos, classe A+, A e B, que contempla os melhores empreendimentos da cidade, podemos observar no gráfico abaixo que houve um aumento na taxa de vacância durante a pandemia, mas já é possível ver a retomada com a diminuição dos casos.

Fonte: RealtyCorp

Se entrarmos nos detalhes de cada região, podemos observar o mesmo padrão. Os únicos bairros que não se enquadram nesse padrão são Leblon, Lagoa e Ipanema.

Com o home office acentuado, os decisores entenderam que um escritório pequeno perto de suas residências já atenderia a necessidade da empresa, e com isso, a taxa de vacância passou de 9% para 4% para empreendimentos corporativos classe A+, A e BB.

Vale ressaltar que existem poucos empreendimentos corporativos nas regiões em questão. Fato é que para locar áreas acima de 500 m² só é possível encontrar em 4 empreendimentos entre Leblon e Ipanema. Quando surge algo acima de 500 m² são locadas antes mesmo de serem ofertados no mercado.

Como não existe público e empreendimento classes A e B para o mercado residencial no Centro, acarretou ser a região mais deserta durante a crise sanitária: os edifícios comerciais ficaram isolados e sem utilização, mas a debandada durou (apenas) até o final do primeiro semestre de 2021.

Boa oportunidade

Ainda no início de 2021 identificamos uma excelente oportunidade no Edifício Linneo de Paula Machado, considerando uma possível retomada e, aproveitando nosso contrato de exclusividade, iniciamos a ofertar as opções disponíveis e com valores justos de mercado.

O resultado disso foi colhemos o retorno já no segundo semestre de 2021, quando locamos mais de 2.400 m² para as empresas que precisavam crescer e não poderiam sair do Centro; empresas que queriam mudar, mas não pretendiam gastar com a mudança locando espaços mobiliados; empresas que aproveitaram escritórios com layouts eficientes e, obviamente, com condições comerciais diferenciadas.

Existem muitas oportunidades neste momento no Centro, na Barra da Tijuca, em Botafogo, Flamengo e Porto. Isso é um incentivo para aproveitar o momento da retirada das máscaras e retornarmos ao ambiente empresarial (nosso segundo lar), mesmo que em caráter híbrido.

Por sim, coloco-me à disposição caso precise de alguma informação ou queira saber mais sobre estas oportunidades. Não hesite em nos contatar.


Texto escrito por: Carlos Calzavara – Diretor de Novos Negócios no Rio de Janeiro

Carlos Calzavara

Carlos Calzavara é formado em Administração de empresas e acumula mais de 8 anos de experiência no mercado imobiliário. No ano de 2018 assumiu o setor de novos negócios da RealtyCorp no Rio de Janeiro e Captou mais de 30 mil m² de lajes de escritório. Em 2019 fez transações relevantes no Edifício Ventura Corporate Towers.


Ventura Corporate Towers

2 Comments

  • Antônio Carlos Azeredo, 22/03/2022 @ 18:07 Reply

    Boa tarde

    Tenho 2 lajes com 962 m cada ( Pra venda ) E uma com 800 m ( aluguel ou venda ) No centro Rj .

    Como vocês podem atuar na venda./ locação ?

    Abraço

    • Bruno Andrade, 23/03/2022 @ 10:41 Reply

      Antônio, bom dia.

      Recebemos o seu e-mail e nossa equipe comercial entrará em contato contigo o mais breve possível.

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