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Embora estejamos caminhando para o fim deste ciclo pandêmico, não podemos perder de vista todas as mudanças e adaptações que se fizeram necessárias na vida em sociedade, familiar e profissional.

Desde o início do segundo semestre deste ano, as atividades econômicas voltaram a ocorrer com certa normalidade: crianças e adolescentes voltaram às escolas, funcionários retomaram suas atividades nos escritórios, lojas e shoppings reabriram na expectativa de uma retomada no final do ano que se aproxima.

Mas a pandemia nos deixou um legado: a maneira de trabalhar dentro das empresas mudou e essa mudança não tem mais volta. Os espaços corporativos não são mais os mesmos e até as relações de trabalho precisaram se reinventar.

A nova cultura de trabalho nos pós-pandemia

Por mais que muitos digam que o ambiente físico de trabalho pode ser a casa do funcionário, as empresas e uma boa parcela dos próprios colaboradores têm desejado voltar ao escritório – mesmo que seja apenas algumas vezes por semana, mantendo o modelo híbrido de trabalho.

Seja como for, para os colaboradores que já voltaram ou estão voltando, será de suma importância que o escritório do futuro ofereça um ambiente seguro, confortável e de interação social.

O que não pode faltar no escritório do futuro:

  • Os escritórios devem promover mais engajamento entre os funcionários e prezar pelo bem-estar da coletividade

Não que as empresas já não se importassem com o engajamento de suas equipes e gestores antes da pandemia. Não é isso. Mas o que vemos agora, após um longo período trabalhando unicamente de casa, é que os profissionais se distanciaram de forma física e também psicológica/emocional. E para que eles queiram voltar ao ambiente corporativo com maior frequência (mesmo que em escala de revezamento semanal), será importante pensar em estratégias de segurança e bem-estar.

Em outras palavras, funcionários felizes e confortáveis com o ambiente de trabalho se tornam mais produtivos e engajados. Além das preocupações já usuais que permeiam os novos modelos de escritórios (como distanciamento social, maior higienização dos ambientes, salas maiores e com menos pessoas), considerar elementos como espaços de relaxamento e convivência que promovam a saúde mental e emocional dos colaboradores, também é item de primeira necessidade.

Enquanto houver a ameaça de infecção da Covid-19 e suas possíveis cepas, o conforto e a segurança dos colaboradores dependerão (em parte) da confiança que o ambiente corporativo oferece em relação às medidas apropriadas e eficazes para proteger a saúde e bem-estar do coletivo.

  • Os escritórios devem ser flexíveis e adaptáveis

A pandemia obrigou que os funcionários trabalhassem de casa. No início foi difícil, mas após certo período, todos se adaptaram. Como resultado dessa mudança, muitos passaram a aceitar a ideia de que o escritório não precisa necessariamente ser um lugar estático (fixo) – uma sala em um prédio comercial na qual se passa a maior parte de cada dia de trabalho.

Em vez disso, o escritório pode existir como um “espaço psicológico”, onde os trabalhadores possam se conectar com colegas de trabalho, supervisores, clientes e outros. Um ambiente mais voltado à interação e discussão de novos projetos.

Com isso, os espaços de trabalho podem ir além do escritório como conhecemos para apresentar outros formatos: para trabalho individual, para relaxamento, para reuniões grandes ou pequenas. Sobre esse tema, leia também o artigo: Áreas abertas e ventiladas se destacam na volta aos escritórios no pós-pandemia

Novos layouts podem proporcionar áreas de relaxamento e estas podem ser um ótimo lugar para uma sessão de brainstorming da equipe – ou para o happy hour as sextas-feiras à tarde. As mudanças de layout também incluem móveis e cadeiras, e outros equipamentos modificados para esse novo modelo considerando as normas de segurança da ABNT.

Além disso, um ambiente físico flexível pode ajudar a promover uma cultura corporativa também flexível e responsiva. Sobre novos espaços de trabalho, leia também o artigo: HUB REGIONAL: uma tendência neste momento de pandemia

  • O escritório deve ser um ambiente que ajude na organização da rotina profissional

Quando se trabalha em um escritório, fica mais fácil separar a vida profissional da pessoal. Os colaboradores já disseram isso em várias pesquisas: que o ritmo intenso de trabalho que a crise sanitária trouxe, transformou o trabalho e a vida familiar (algumas vezes) um caos.

Quando o ambiente profissional é outro que não o lar, as pessoas conseguem visualizar melhor as atividades destinadas a cada local e rotina. Quando o profissional precisa sair de casa para ir ao trabalho, essa prática deixa mais nítido que existe um período do dia para se dedicar aos afazeres laborais e outro para o período de lazer.

No caso do home office definitivo, o espaço destinado ao trabalho acaba sendo o mesmo dedicado à família e isso pode acarretar excesso de trabalho e até doenças como o burnout.

Sobrecarga de trabalho pode gerar menor produtividade. E a presença de familiares, especialmente crianças, pode ser uma grande distração ou dificuldade para quem trabalha em casa.

Mantenha seu escritório e inove sempre

Os “requisitos” citados acima são alguns dos quais as empresas devem ter em mente para uma nova forma de trabalhar dentro dos escritórios. Em resumo, o novo escritório deve ser um espaço para manter a imagem corporativa e promover um ambiente de troca de ideias e experiências, com toda segurança, tecnologia, infraestrutura e ergonomia que os funcionários necessitam para desenvolver bem suas atividades profissionais.


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