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RealtyCorp Analytics | Resumo do Analytics 3ºTrim./21 – (dados do 2T 2021)

Confira neste novo vídeo da RealtyCorp um resumo do RealtyCorp Analytics. Nele, trazemos os dados do fechamento deste 2T de 2021 do mercado de escritórios das cidades de São Paulo e Rio de Janeiro e logístico/industrial do estado de SP.

Com o encerramento do 2T de 2021, o primeiro destaque do mercado de escritórios é para a taxa de ocupação: que caiu em São Paulo e no Rio de Janeiro (universo corporate). Por outro lado, a taxa de ocupação do logístico-industrial subiu, como resultado positivo do aumento do e-commerce durante a pandemia.

São Paulo

Na cidade de São Paulo são 11,4 milhões de m² de edifícios de escritórios (lajes corporativas) e 5,4 milhões de m² de escritórios de pequenas salas comerciais (office). A primeira fatia representa 70% do mercado; a segunda, 30%.

Um dos destaques é para a absorção líquida negativa, que ocorre pelo quinto trimestre consecutivo (mercado corporativo), nas classes A/A+ e também no segmento Outros (B e C).

Nestes cinco trimestres chegamos na casa dos 550 mil m² de absorção líquida negativa, ou seja, a ocupação de escritórios encolheu. Quanto ao impacto que essa absorção líquida negativa trouxe para a taxa de vacância na cidade, saímos do 1T de 2020 (antes da pandemia) com 11,60% para 22,51% neste 2T de 2021 (classes A/A+). 

Para o universo Outros, a taxa de vacância saiu de 11,42% (1T de 2020) para 19,71% (2T de 2021).

Se somarmos todo o universo corporativo (A/A+, B e C) chegaremos em 20,73% de taxa de vacância.

Alguns destaques por região

A taxa de vacância na região da Chucri Zaidan chegou a 35% (classe A+ corporate); e a Chácara Santo Antônio em 37,38% (classe A+ corporate).

Já nas regiões primárias, como a Nova Faria Lima e Vila Olímpia, foram de apenas 9,06% e 10,05% respectivamente.

Painel de Tendências

No corporate A+, a taxa de vacância foi de 20,12% (1T 2021) e no 2T 2021 foi de 22,95%, ou seja, aumentou a taxa de vacância. O mesmo aconteceu no segmento A, que chegou em 21,79% e no segmento Outros, que fechou em 19,71%, no mesmo período.

Um detalhe importante é que a ocupação nestes três segmentos diminuiu. O aumento da taxa de vacância não foi em razão do aumento de estoque, e sim, porque a ocupação diminuiu.

Confira no Painel de Tendências do RealtyCorp Analytics os demais indicadores.

Região: Leopoldina/Barra Funda

Nesta edição daremos destaque para a região da Leopoldina/Barra Funda, que possui 1,1 milhão de m² de escritórios (corporate + office). Desse total, 68% é corporate e 32% são office.

O estoque total da região Leopoldina/Barra Funda aumentou 60% nos últimos 11 anos. E a taxa de vacância atual corporate (somando todos os segmentos) está em 25,81%.

Rio de Janeiro e seus indicadores

Sobre o Rio de Janeiro, um dos destaques é a taxa de vacância que segue crescendo no universo Classe A+/A: era 40,46% (1T 2021) e aumentou para 41,46% (2T 2021).

O universo Outros (B e C) também cresceu: de 18,62% (1T de 2021) para 19,09% (2T de 2021).

A taxa de ocupação também diminuiu no Rio de Janeiro, assim como em São Paulo. Novamente, o aumento da taxa de vacância não é por aumento de estoque. É, principalmente, pela diminuição da área ocupada na cidade carioca.

Painel de regiões

A taxa de vacância da Barra da Tijuca (segmentos A/A+) é de 40% (2T de 2021). Já a região Portuária, no que se refere à atividade construtiva está em torno de 50 mil². 

Centro do Rio de Janeiro

Esta região possui mais de 5,1 milhão de m², sendo que 65% é de edifícios corporativos e 35% office.

Um destaque é o tamanho do mercado: 55% de todo o mercado corporativo do Rio de Janeiro está concentrado no centro. E a taxa de vacância subiu muito durante a pandemia.

No 1T de 2020 era de 20% (já estava alta); passados 5 trimestres ela chegou em 24,78% (2T de 2021).

Mercado Industrial

Quanto ao setor industrial no Brasil, ele possui 25 milhões de m², sendo que somente a região Sudeste detém 19 milhões desse total. O estado de São Paulo contempla 55% desse total de 25 milhões de m² nacional.

A média dos preços pedidos de locação em todo o estado de São Paulo subiu 3,33%. Atualmente está em R$ 18,05 por m².

Outros indicadores

A ocupação no estado de SP aumentou nos segmentos A/A+ e Outros.

No universo A/A+, a ocupação que era de 8,581 mi m² subiu para 8,683 mi m².

Eixo Bandeirantes/Anhanguera

O tamanho deste eixo, que é o maior e mais importante do estado de SP, é de 5,3 milhões de m² de estoque. Além disso, ainda possui 1,3 milhão de m² em construção. É a maior atividade construtiva de galpões logísticos do Brasil.

A taxa de vacância está em 17,81% (A/A+) e 15,45% (segmentos B e C).

O mercado industrial segue em alta.

Como é possível perceber, são muitas informações e dados. Para ter acesso aos detalhes da análise de escritórios e do mercado logístico-industrial, assista nosso vídeo completo, acesse RealtyCorp Analytics e siga acompanhando nossos conteúdos.


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