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Dada a largada para 2024, é válido olhar com otimismo para o fechamento do último ano, que demonstrou forte recuperação do mercado de escritórios corporativo de São Paulo, sobretudo se comparado aos anos anteriores. Prova dessa retomada aparece no saldo positivo de alguns indicadores do setor.

Para se ter ideia, em 2023 foram acrescentados 157 mil m² de lajes corporativas de alto padrão (absorção líquida positiva). Esse resultado é o maior desde 2019, antes do início da crise sanitária. Vale lembrar que os imóveis de Classe A e A+ são os mais procurados pelas grandes empresas.   

No 4T/2023, o número de edifícios comerciais de alto padrão (A e A+), em São Paulo, chegou a 292 imóveis. Isso representa um estoque total de quase 5 milhões de m². Se comparado ao 4T/2022, significa que mais de um milhão de m² foi adicionado ao mercado de escritórios em apenas um ano.

Esse resultado reflete, portanto, em um aumento de novos prédios na capital, concentrados principalmente nas principais regiões, como Chucri Zaidan, Faria Lima, Pinheiros, Berrini, Paulista, Barra Funda/Leopoldina, entre outras.

Apenas no último trimestre do ano, foram entregues mais de 35 mil m² em novo estoque, um número interessante se comparado aos 15 mil m² do trimestre anterior. Além disso, o 2T/2023 marcou uma expansão significativa de mais de 130 mil m² de novo estoque.  

Destaque para os principais indicadores do setor do mercado de escritórios

Entre os indicadores mais importantes do mercado de escritórios, aparecem taxa de vacância, absorção líquida e média de preço pedido.

Para se ter ideia, a média de preço pedido dos imóveis de alto padrão bateu recorde no fechamento do 4T/2023, alcançando R$103,90. Trata-se do maior resultado desde o 3T de 2015. 

Quanto à taxa de vacância, outro indicador importante do setor, se destacou no 4T/2023, justamente por cair. Estava 23,2% no 3T/2023 e reduziu para 21,6% no 4T/2023.

Isso significa que, apesar da entrega de novos prédios de alto padrão, o mercado absorveu parte das entregas – sinalizando absorção líquida positiva de mais de 100 mil m² apenas no 4T/2023. 

Quanto à absorção líquida, indicador de crescimento ou retração do mercado, na somatória dos quatro trimestres de 2023, alcançou um resultado positivo de mais de 180 mil m².

Apesar da redução da ocupação de imóveis corporativos no início de 2023  (saiba mais no RealtyCorp Analytics), contudo, ao longo do ano e, especialmente, no fechamento dos últimos trimestres, o mercado reagiu. Com isso, houve aumento de espaços ocupados, saltando de 36 mil m² do 3T/2023 para mais de 100 mil m² no 4T/2023 (confira aqui).

Além de sinalizar bons ventos para o mercado de escritórios, também demonstra valorização dos espaços disponíveis para locação.

A exemplo disso, empresas das áreas de tecnologia, finanças, consultorias e indústrias demonstraram maior envolvimento nas transações de pedidos de locação.

Demanda por locação de novos espaços aumenta na cidade

Matéria da Revista Exame (10/2023) aponta que a crescente consolidação do modelo híbrido de trabalho, observado no ano passado, com o aumento da frequência de dias trabalhados no escritório, está gerando novas demandas de locações para as empresas. Agora elas precisam de mais espaço físico para acomodar os funcionários presenciais ou contratar novos talentos.

Com isso, a movimentação do mercado de escritórios, observada a partir do 2T/2023, aponta o estudo de migração de algumas empresas localizadas nas regiões da Faria Lima (vacância baixa) e JK para outros cenários igualmente nobres e consolidados, como o da Chucri Zaidan, por exemplo.

Pode-se dizer que esta última performou bem melhor que em trimestres anteriores. Tanto é que a absorção líquida foi positiva em 32 mil m² (4T/2023) e 16 mil m² (3T/2023). Para além disso, a taxa de vacância, que estava muito alta há vários trimestres, caiu. Fechou em 27,99% ante 31,63% do 3T/2023.

Isso é resultado de algumas locações realizadas na região, no total superior a 100 mil m² transacionados em 2023. Apenas o Complexo Parque da Cidade foi responsável por 46 mil m² desse resultado. Destaca-se uma negociação realizada pela RealtyCorp, responsável por quase 7 mil m² locados. Para saber mais, clique aqui.

Como é sabido, a região já apresentou um crescimento exponencial nos últimos sete anos, com um aumento de 120% no estoque de escritórios.

Nesse momento, há oportunidades para as empresas que buscam um novo endereço, justamente por encontrar na região uma vacância menos competitiva, com edifícios de alto padrão, especificações técnicas e certificações, além de uma média de preço pedido em torno de R$ 96,00/m².

Esse valor confere à Chucri Zaidan uma grande vantagem competitiva em comparação com as regiões mais concorridas.

Setor corporativo aquecido em 2024

Como já trouxemos em dados e análises recentes, esses indicadores e resultados demonstram que o mercado imobiliário corporativo reagiu positivamente nos últimos anos. Embora ainda não tenha alcançado plena recuperação, e isso ainda demandará certo tempo, mostrou fôlego para uma retomada gradativa.

O aumento da produtividade empresarial e a necessidade de novas instalações físicas indicam que, em 2024, o mercado de escritórios aquecerá ainda mais, com valorização do aluguel, menor índice de vacância e maior absorção líquida.

A atividade construtiva na cidade paulistana pode ser um indicador também positivo, já que apresentou mais de 430 mil m² (Corporate Classe A+ e A) no fechamento do trimestre.Além disso, segundo artigo do portal Seu Dinheiro (10/2023), estudos apontam que, considerando o nível de oferta e a tendência dos últimos dez anos no setor corporativo, há a possibilidade de se aproximar da taxa de ocupação de edifícios Classe A e A+ para a média histórica (em torno de 14%) a partir de meados de 2024. Para saber mais, clique aqui.


Texto escrito por: Redação Realtycorp

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