A Zona Sul do Rio desponta como promessa de um novo ciclo, com empreendimentos de nível Triple A. E a RealtyCorp está atenta a esse novo mercado para 2026. A capital fluminense encerra o ano com resultados sólidos, demanda qualificada e ativos premium no radar das empresas.
Ao longo dos últimos meses, o Rio confirmou sua vocação para receber operações estratégicas. A atuação da RealtyCorp acompanhou esse movimento, com forte crescimento no volume de atendimentos e negociações.
Segundo Carlos Calzavara, sócio da RealtyCorp e responsável pela operação no Rio, o desempenho reflete um novo momento. “O mercado carioca voltou a ser prioridade para empresas que buscam localização, imagem e eficiência, fruto da redução dos dias de home office”, afirma.
RealtyCorp Analytics – entenda como o quarto trimestre performou
Recém-publicado, o “RealtyCorp Analytics – T4 2025” revela que o mercado logístico do Rio de Janeiro encerrou o ano de 2025 com um estoque total de 3.085.143 m² considerando todas as classes (A+/A e Outros).
O trimestre registrou um ajuste negativo na ocupação. O mercado total (todas as classes) apresentou uma absorção líquida negativa de -83.906 m², apesar de uma movimentação de novas locações (absorção bruta) de 38.406 m². A taxa de vacância para o mercado total (todas as classes) subiu para 11,93%, totalizando 367.916 m² de galpões vagos.
Zona Sul do Rio é promessa no mercado imobiliário corporativo
Leblon e Ipanema concentram os principais vetores desse avanço. A região combina escassez de terrenos, padrão construtivo elevado e um perfil corporativo cada vez mais sofisticado.
No Leblon, a entrega de novos edifícios abre novas oportunidades considerando a baixa taxa de vacância e reposiciona o bairro no mapa corporativo. Destaque para o Edifício Afrânio Mozak, na Avenida Afrânio de Melo Franco, em frente ao Shopping Leblon. A propriedade já está sendo comercializada, mesmo estando em obra.
Outro projeto relevante surge no Rio Design Leblon, onde a JGP promete revitalizar o prédio com lajes corporativas de alto padrão.
A região também receberá um edifício corporativo no antigo complexo da Oi, que será chamado de Rythme Leblon. A obra está a pleno vapor e o empreendimento está sendo construído pela HSI, em parceria com a Triptyque Architecture, com conceito de escritórios flexíveis.
Em Ipanema, a transformação segue o mesmo ritmo. Na Garcia D’Ávila, parte do prédio da Sede da H. Stern dará lugar a uma torre corporativa com mais de 1.000 m² por laje. O ativo foi adquirido pela Opportunity, assim como os ativos da esquina da Garcia D’Ávila com a Visconde de Pirajá. Essas oportunidades possibilitam a construção de um empreendimento desse porte em uma região com escassez de terreno.
Também entram no mercado o complexo da Oi, na Rua Jangadeiro, e o edifício do Oi Futuro. Há aqui uma incógnita sobre o que irá acontecer com os ativos, considerando a situação da empresa de telecomunicações.
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Ativos premium, valores elevados e projeções para 2026
Leblon e Ipanema operam hoje com valores entre R$ 180 e R$ 350 por metro quadrado. Esse patamar reflete a escassez de área na região e demonstra a importância para os ocupantes de estarem na região.
“A demanda cresceu muito nos últimos anos na Zona Sul. É um mercado que exige acompanhamento diário e atuação consultiva”, destaca Carlos Calzavara.
Para 2026, as novas entregas na Zona Sul do Rio são promissoras no mercado imobiliário corporativo, com estoque futuro consistente e atividade construtiva bem direcionada. O foco estará na comercialização de ativos premium.
A RealtyCorp seguirá investindo energia, inteligência de mercado e relacionamento para atender a esse novo ciclo. O Rio consolida sua retomada com qualidade.
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Texto escrito por: Redação RealtyCorp.
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