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Embora o ano de 2020 tenha sido longo e desafiador para a economia do País, adentramos 2021 mais esperançosos. Otimismo não significa, entretanto, negação da verdade. Continuamos acompanhando, com olhos atentos, todos os movimentos que envolvem a vacinação da sociedade, a retomada da atividade econômica e, consequentemente, as perspectivas (positivas) que os especialistas têm projetado.

Não à toa, de acordo com matéria publicada na Exame, em 25/04, existe consenso entre os economistas de que haverá a “retomada expressiva da atividade produtiva mundial” a partir do segundo semestre deste ano.

Segundo texto, esse cenário está apoiado na premissa de que “o avanço da imunização das populações permitirá a abertura das economias”. Há riscos, é claro, e um dos principais é a possibilidade do surgimento de variedades resistentes do vírus. Até o presente momento, no entanto, a vacinação parece estar funcionando.

Outra matéria que também corrobora para um quadro mais otimista foi publicada no Valor Econômico no último dia 10/05. Segundo dados apurados, quatro grandes bancos (Itaú Unibanco, Bradesco, Santander e Banco do Brasil) tiveram lucro líquido de R$ 21,838 bilhões no primeiro trimestre, o que representa um salto de 55,6% em relação aos primeiros três meses de 2020.

Segundo texto, esta recuperação no resultado já era prevista no primeiro trimestre, mas ela foi mais forte do que se esperava. Trata-se de um desempenho ainda mais reluzente que a estimativa de R$ 19,88 bilhões na média das projeções compiladas de dez casas de análise. Vale destacar, também, as previsões do crescimento do PIB para este ano. Para saber mais, clique aqui.

Seu escritório ainda está fechado? Não perca tempo!

Em artigos anteriores, trouxemos temas como a Regularização predial (22/01/2021), aproveitando o momento das salas comerciais fechadas e funcionários trabalhando em casa; noutro abordamos a possibilidade de um Hub Regional como tendência de antagonismo à pandemia (01/04/2021).

Nosso foco não mudou. Pelo contrário, aproveitando esta luz que se mostra no fim do túnel – ainda que de forma tímida – as oportunidades para reformar e propor melhorias e soluções nos escritórios e postos de trabalho são as melhores possíveis.

Pensem comigo: eles ainda estão fechados, vazios, os colaboradores seguem em home office. Isso significa que os proprietários têm poder de negociação e tendem por aproveitar oportunidades e custos menores para reformar seus espaços. Isso, inclusive, favorece a retomada da economia.

Algumas possibilidades são:

– Antecipar-se para o segundo semestre do ano e antever o início do ano que vem, afinal, estes primeiros meses de 2021 voaram, certo?  

– Qualquer reforma ou reestruturação que ocorra fora do horário comercial traz em seu DNA custos com insalubridade, adicional noturno, etc – neste momento elas podem ocorrer à luz do dia, aproveitando que os espaços estão vazios, sobretudo se o prédio for monousuário. Leia mais aqui.    

– Outra coisa a se considerar é que os proprietários e empresários que se anteciparem tendem a não sofrer lá na frente com a escassez de mão de obra e insumos da construção (cobre, aço, cimento, dry wall), bem como a entrega deste material e a elevação do INCC. Neste momento, tudo está mais acessível. Se todos deixaram para pensar nisso daqui a alguns meses, haverá uma procura maior do que a demanda ofertada.

– Para evitar o aumento da vacância, há de se pensar na renegociação do preço do aluguel. Já imaginou a possibilidade de uma carência maior para ter mais fôlego para a sua operação?

– Outro ponto importante. Este momento também está propício para renegociação e renovação do aluguel. Com o IGP-M nas alturas, é preciso uma boa conversa entre proprietário e inquilino, considerando outro índice (como o IPCA, por exemplo) para fidelizar uma relação contratual boa, que atenda a expectativa de ambos.

– Lembre-se ainda da sobrecarga de rotina/trabalho que seus colaboradores têm enfrentado. Por mais que boa parte deles tenha se adaptado bem ao home office, a Síndrome de Burnout está aí para dizer que é importante separar bem as coisas. Embora por definição esta doença acometa mais os profissionais de alta performance, neste momento todos eles estão suscetíveis a ela. Com o trabalho e a rotina familiar se misturando com frequência, alguns trabalhadores não conseguem mais desligar a chave (de que o trabalho daquele dia acabou, afinal, ele não sai do escritório para ir para casa). Para saber mais sobre Burnout, clique aqui. Isso é mais um indicativo da importância de voltarmos ao modelo tradicional e/ou híbrido com as melhores adaptações que pudermos fazer.

– Oportunidade para escolher um novo prédio, localização, espaço mais adequado à sua nova operação. Talvez em outra região, mais otimizado, já atendendo às novas demandas que a pandemia trouxe. Por que não?

Em resumo, a tônica agora é aproveitar as oportunidades que o mercado dispõe! Carência nos contratos, a troca do índice de correção dos aluguéis, preços mais baixos em prédios de alto padrão e até em alguns casos “cash allowance” para justificar uma mudança estratégica e financeira.

Além do que, como os imóveis estão em sua grande maioria, vazios, a probabilidade de executar uma obra com mais tranquilidade é bem maior, pois quando estourar a bolha do “novo normal”, tudo se inflacionará: custo de locação, custo com a mão de obra, as melhores localizações sofrerão aumento de preço, entre outras coisas. O momento é agora!

Para saber mais sobre o mercado de escritórios e industrial em São Paulo, confira o Analytcs da RealtyCorp deste 2 trimestre de 2021. Clique aqui.


Texto escrito por: Fernando Acédio, Consultor de Negócios da RealtyCorp.

Fernando Acédio

Com 20 anos de experiência profissional em empresas privadas multinacionais, na área de Real Estate, Pesquisa de Mercado, Negociação de Imóveis (compra e venda), Negociação de Contratos de Locação, Busca de pontos/imóveis em todo o território nacional, Coordenação da 1ª pesquisa (50 pessoas) de áreas industriais (galpões, terrenos, fábricas) detectando novas demandas, ofertas e tendências de mercado realizado na Grande São Paulo.


Edifício Vergueiro

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