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Com a proximidade da divulgação dos dados do 3T de 2025, vale relembrar os principais movimentos do 2T. O período confirma resiliência e seletividade no mercado imobiliário corporativo em 2025.


Absorções positivas, vacância em queda e novas regiões em ascensão marcaram o trimestre, desenhando um cenário de confiança. Os dados completos do 3T serão publicados na próxima semana pelo RealtyCorp Analytics.

São Paulo mantém protagonismo no mercado imobiliário corporativo em 2025

O mercado de escritórios em São Paulo mostrou recuperação consistente no 2T. Todos os segmentos registraram absorção líquida positiva, inclusive as classes B e C. Dentro do mercado de edifícios de escritórios Corporate (todas as classes), o segundo trimestre de 2025 fechou com 12.341.030 m2 de estoque total e 10.267.212 m2 de ocupação – ante 12.312.744 m2 (estoque total) e 10.155.904 m2 (ocupação) no trimestre anterior (1T25).

A taxa de vacância manteve trajetória de queda (em 16,80% inferior ao 1T25 – 17.52%), sinalizando menor disponibilidade de espaços e fortalecendo a confiança de investidores e ocupantes. O mercado imobiliário corporativo em 2025 tem confirmado força e resiliência para um crescimento contínuo.

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Destaque São Paulo

Polos consolidados como Faria Lima, Paulista e Pinheiros seguem entre os mais disputados. Porém, regiões secundárias, como Chácara Santo Antônio e Barra Funda, ganharam protagonismo no período. 

Essas áreas tiveram absorções expressivas, impulsionadas por infraestrutura em evolução e custo-benefício atrativo. O equilíbrio entre regiões tradicionais e emergentes confirma o amadurecimento do ciclo atual.

Recentemente, falamos aqui sobre as macrorregiões A, B e C. E entendemos que esse tema será ainda mais explorado nos próximos meses. 

Rio: mercado imobiliário corporativo em 2025 se fortalece com demanda crescente

No Rio, Zona Sul se destacou pela redução da vacância e aluguéis em alta. Dentro de mercado corporate (todas as classes), a absorção líquida positiva de 3.574 m² e a taxa de vacância em 23,45% apontam para um mercado que segue ativo, mas que mostra oscilações entre as classes de ativos.

Já o Centro enfrentou devoluções, pressionando o desempenho local. A região portuária (Porto Maravilha) manteve atratividade, apoiada por incentivos fiscais e empreendimentos de padrão internacional.

Logística ultrapassa 900 mil m² absorvidos e consolida novas fronteiras como Guarulhos 

O segmento de condomínios logísticos consolidou protagonismo nacional. A absorção líquida superou 900 mil m² no 2T, refletindo forte demanda por ativos de alto padrão.

A taxa de vacância manteve-se próxima a 7%, em níveis historicamente baixos. São Paulo respondeu pela maior parte da absorção nacional, reforçando sua relevância no setor.

Destaque Industrial

A cidade de Guarulhos emergiu como nova fronteira logística da Grande São Paulo. Com vacância abaixo de 10%, mesmo com oferta crescente, a região consolidou-se como polo estratégico. O eixo de 15 km, incluindo Cajamar e Jundiaí, seguiu relevante, mas já próximo ao limite de expansão. Esse movimento abre espaço para novos vetores logísticos.

E enquanto os resultados do 3T 2025 não vêm…

Os resultados do 2T reforçam um ciclo consistente, com absorções positivas, vacância controlada e novas regiões ganhando força. O mercado aguarda agora os números do 3T.

Os dados completos serão divulgados pelo RealtyCorp Analytics ainda no começo de outubro. Para consultar o desempenho detalhado do mercado imobiliário corporativo em 2025 e identificar oportunidades, acesse o RealtyCorp Analytics (Painel Dinâmico).


Texto escrito por: Redação RealtyCorp

Edifício Nexo- Chácara Santo Antônio | São Paulo
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